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quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Prefeitura investiga caso, mas agentes continuam em serviço
O secretário municipal de Cidadania e Segurança Comunitária, Reginaldo Sanches Dalóia, afirma que a Corregedoria da Guarda de Mauá investiga o caso. No entanto, não há, segundo ele, indícios de crime. Por isso, os agentes continuam trabalhando.

Os três ainda estão sendo ouvidos. Segundo o secretário, a versão dada pelos guardas é que Antônio foi abordado e resistiu à apreensão do material. Teria havido necessidade do uso de força e, depois, Antônio foi liberado.

O secretário Dalóia, no entanto, informou que não tinha conhecimento de que o camelô havia dado entrada no Hospital Nardini na noite da apreensão. Antônio diz ter sofrido dois ataques de epilepsia.

Procedimento
“A orientação, agora, depois desse caso, é que os guardas, toda vez que haja necessidade de força, façam boletim de ocorrência”, afirma o secretário de Cidadania de Mauá.

Segundo ele, há relatos dos guardas de casos em que os camelôs se exaltam e batem nos fiscais. “Pais de família que vêem a mercadoria indo embora muitas vezes se alteram. Por isso, os guardas fazem a segurança”, explica.

Medidas disciplinares contra os agentes, segundo o secretário, só devem ser tomadas após o fim do inquérito da Polícia Civil.

Dalóia afirma que nenhum dos acusados tem histórico de indisciplina.
Por: Artur Rodrigues - Diário do Grande ABC