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quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Estacionamento sofrem vistoria, dizem Prefeituras
Todas as prefeituras da região garantiram ontem que a fiscalização dos estacionamentos particulares ocorre com rigor. Mas nenhuma explicou por que o número de garagens irregulares chega a 40%, conforme o Diário publicou ontem, de acordo com estimava do SeegABC (Sindicato dos Empregados em Empresas de Garagem do Grande ABC).

O chefe da divisão de Obras da Prefeitura de Mauá, Edson Prado, responsável tanto pela vistoria a estabelecimentos comerciais quanto pela documentação, afirmou ter 17 fiscais. Ele discorda dos dados do SeegABC e diz que 85% dos estacionamentos em Mauá funcionam dentro das normas municipais. Os 15% restantes dos estacionamentos, de acordo com Prado, encontram-se em processo de regularização.

“São estabelecimentos regulares que foram vendidos recentemente. Os novos donos ainda não terminaram de enviar a documentação da transferência, mas isso não significa que são clandestinos”, garantiu. Prado disse que a Prefeitura não tem conhecimento de qualquer estacionamento clandestino em funcionamento.

A assessoria de imprensa da Prefeitura de São Bernardo informou, por meio de nota, que “a vistoria dos estabelecimentos é realizada de forma programada, de acordo com o tipo de atividade”. Na nota, a administração informa autuar uma média de 580 estabelecimentos comerciais por mês. Mas não fornece dados específicos sobre estacionamentos.

A última vistoria de estacionamentos da Prefeitura de Diadema ocorreu há dois meses, de acordo com a administração. Duas das 45 garagens vistoriadas teriam sido autuadas.

As prefeituras de Santo André e São Caetano não se manifestaram. A assessoria de imprensa da primeira informou que os responsáveis que poderiam comentar o assunto estariam em reunião ontem o dia todo. Em São Caetano, não houve resposta.

DEMORAApesar de o SeegABC afirmar que a burocracia colabora para a clandestinidade, as prefeituras informam que os processos são relativamente rápidos e se estendem, no máximo até 90 dias. Caso a documentação do proprietário esteja correta.
Por: Bruno Ribeiro - Diário do Grade ABC